Posicionamento por dor, não por especialidade. Cada peça entra por um sintoma de alta incidência e conduz o paciente à resolução dentro da clínica, explicitando a integração de otorrino, gastro, medicina do sono, fono e otoneurologia.
Leitura da operação, da sazonalidade e dos pilares editoriais que sustentam as 20 peças.
A Otorhinos ocupa em Fortaleza um espaço de alta relevância clínica, com estrutura integrada de otorrino adulto e pediátrico, medicina do sono, fono, gastroenterologia, otoneurologia, cirurgia de cabeça e pescoço, pneumologia pediátrica e estética craniofacial. Esse é um dos ativos mais subexplorados na comunicação atual. Clínicas generalistas se comunicam por especialidade. A Otorhinos precisa se comunicar por dor e resolução.
Abril e maio concentram aproximadamente 48% dos casos respiratórios anuais no Brasil. Em Fortaleza, o gatilho não é queda de temperatura, é a quadra chuvosa com umidade acima de 85%, proliferação de mofo e ácaros e uso intenso de ar condicionado. A demanda real é por rinite, sinusite, tosse persistente, otite, amigdalite e agravamento de apneia. A comunicação precisa nomear esse cenário com precisão, não genericamente como "outono".
Clínicas brasileiras de maior tração combinam presença direta do médico em vídeo, técnica sem hermetismo, sobreposição de tema clínico e cotidiano, formato curto e ganchos fortes nos três primeiros segundos. A Otorhinos ocupa um espaço intermediário, entre o perfil de médico estrela e a institucionalidade de hospital, com assinatura editorial própria.
Duração alvo 45 a 90 segundos. Clique em qualquer card para abrir o roteiro completo com gancho, corpo, CTA, direção cênica, legenda e hashtags.
Três publicações por semana. Segundas, quartas e sextas. A ordem alterna pilares para evitar repetição temática e manter ritmo de exposição.
Revisão semanal. O indicador final é conversão em consulta agendada. Todo o resto é sinal de que o funil está respondendo.
Se após o terceiro roteiro de um pilar a tração for consistentemente baixa, o pilar deve ser descartado ou reposicionado. Se um roteiro específico explodir em alcance, deve ser refilmado em mais duas variações e impulsionado. A lógica editorial é adaptativa, sem perder coerência estratégica do posicionamento por dor e resolução.